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Confusões de René Bertholo
Escolha o Ano para
ver os Resumos das Exposições
2010
2009
2008
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Casa da
Cultura Exposições em 2010
Inicio
"PortoCartoon: Direitos Humanos”

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Promotor
Entidade
Colaboradora |
Museu Nacional da
Imprensa
Município de
Cantanhede |
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Data |
5 de Maio de
2010 |
Ciclo
Local
Resumo
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Casa Municipal da
Cultura
Esteve patente
ao público na Casa
Municipal da Cultura, até dia 18 de julho, “PortoCartoon: Direitos Humanos”,
uma exposição
organizada pelo, na
sequência da edição
de 2008 deste
festival de grande
prestígio
internacional.
São cerca de
duas centenas de
trabalhos
apresentados por
cartoonistas de todo
o mundo no concurso
e que foram
seleccionados pelo
júri internacional
do PortoCartoon.
Nesta iniciativa
subordinada ao tema
“Direitos Humanos”,
o público poderá
apreciar os
trabalhos premiados,
entre os quais se
destaca o “Grande
Prémio” - “A Chama
Olímpica” – do
cartoonista
português Augusto
Cid.
Patentes estarão
também as menções
honrosas e alguns
dos melhores
desenhos como a
caricatura de “Dalai
Lama”, da autoria de
António Santos
(Menção Honrosa) e
de outros
galardoados dos
seguintes países:
Azerbeijão, Bélgica,
Brasil, Colômbia,
Coreia do Sul,
Espanha, França,
Inglaterra, México,
Polónia e Turquia.
Uma nota do Museu
Nacional da Imprensa
refere que “os
desenhos expostos
pretendem alertar,
com humor e sátira,
para a contínua
violação dos
Direitos Humanos em
pleno séc. XXI.
A divulgação do
último relatório da
Amnistia
Internacional
reforça a
pertinência deste
tema tratado por
cerca de 500
artistas, de 70
países participantes
no PortoCartoon (em
2008), certame que
coloca Portugal no
pódio do humor
mundial”.
N.º de
Visitantes: 1199
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À Descoberta de Novos Talentos
Inicio

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Promotor |
Município de
Cantanhede |
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Data |
13 de
Fevereiro de 2010 |
Ciclo
Local
Resumo
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Casa Municipal da
Cultura
A
Casa Municipal da
Cultura de
Cantanhede teve
patente uma exposição
colectiva de
trabalhos de artes
plásticas realizados
por jovens artistas
do Concelho de
Cantanhede.
Estiveram patentes
ao público dezenas
de trabalhos de
cerca de 50 autores
com menos de 13 anos
que começaram agora
a desenvolver a sua
própria estética e
identidade
artísticas através
da exploração de
técnicas diversas,
designadamente óleo
sobre tela,
acrílico, guache,
colagem e desenho a
grafite.
“À
Descoberta de Novos
Talentos” foi uma
iniciativa da Câmara
Municipal que teve
como objectivos
proporcionar aos
jovens do Concelho
com apetência e
gosto pelas artes a
oportunidade de
mostrarem os seus
trabalhos e,
simultaneamente,
mostrar a
diversidade de
abordagens na
criação artística
para estimular
outros jovens a
frequentarem
exposições.
De entre os vários
trabalhos em
exposição,
destacaram-se duas
obras artísticas
elaboradas
recorrendo
integralmente à
reciclagem de
materiais de
desperdício, o que
reflecte a crescente
preocupação com as
questões ecológicas,
muito presentes na
sociedade
contemporânea,
constituindo também
uma boa forma de
sensibilizar para a
adopção de atitudes
e comportamentos de
defesa da qualidade
do ambiente.
A primeira edição de
“À Descoberta de
Novos Talentos” foi
na prática, a par de
outras acções
organizadas e
patrocinadas pelo
Município de
Cantanhede, um
incentivo à produção
artística, numa
lógica de
investimento na
dinamização cultural
que, entre outros
aspectos, faculta
aos criadores locais
oportunidades para
se afirmarem como
artistas e como
agentes culturais.
N.º de
Visitantes: 696
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Casa da
Cultura Exposições em 2009
Inicio
Exposição
DE RESTO II – Mide Plácido

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Promotor |
Município de
Cantanhede |
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Data |
24 de Outubro
a 13 de Dezembro de
2009 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
DE
RESTO II, esteve
patente ao público
na Casa Municipal da
Cultura até ao dia
13 de Dezembro.
Esta mostra de
Arte Contemporânea
integrou cerca de 40
trabalhos elaborados
em vários suportes,
alguns deles
inesperados.
A mostra foi
unificada em torno
da utilização de
resíduos e objectos
velhos conjugados em
composições
artísticas que
marcaram uma rotura
com o que tem sido o
percurso criativo da
artista, através da
exploração de novos
conceitos.
Como refere a
própria artista, são
obras que resultam
de um novo olhar
sobre esses
objectos, aqui
transformados em
componentes centrais
de uma abordagem
estilística e
estética que sem
desvirtuar as suas
particularidades
formais, lhes
confere novas
significações.
N.º de
Visitantes: 841
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Exposição
de Pinturas e Desenhos - Graça
Morais
Inicio

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Promotor |
Município de
Cantanhede |
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Data |
18 de Julho a
30 de Setembro de
2009 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
Organizada pela
Árvore – Cooperativa
de actividades
artísticas, C. R. L.
e a Câmara Municipal
a exposição integrou
vários trabalhos que
a conceituada
artista plástica
executou durante um
período de
recolhimento em
Trás-os-Montes, a
sua região de
origem.
Constituída por
cerca de 40 obras,
esta exposição de
Graça Morais
permitiu perscrutar
o essencial de uma
obra fortemente
personalizada.
São quadros que
remetem para o
ambiente social onde
a autora tem as suas
raízes e que parecem
estar unificados em
torno de uma certa
visão antropológica
desse contexto, quer
no modo como retrata
o carácter das
personagens, quer na
dimensão simbólica
que confere às
representações
narrativas de alguns
traços marcantes do
imaginário associado
à sua região de
origem.
Esta
exposição, para além
de proporcionar uma
experiência
verdadeiramente
enriquecedora e
estimulante, foi
também um desafio de
descoberta de tais
símbolos e enigmas,
acentuando a função
pedagógica que se
lhe reconhece.
N.º de
Visitantes: 1788
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Exposição “Um por Cem – Um Olhar
Sobre as Repúblicas de Coimbra”
Inicio

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Promotor |
Município de
Cantanhede |
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Data |
6 de Junho a
12 de Julho de 2009 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
Um
por Cem – Um Olhar
Sobre as Repúblicas
de Coimbra” foi o
nome da exposição de
fotografia da
autoria de Margarida
Madeira que esteve
patente ao público
na Casa Municipal da
Cultura de
Cantanhede até ao
dia 12 de Julho.
Tratou-se de uma
iniciativa do
Município de
Cantanhede, com o
apoio do Ministério
da Cultura, da
Direcção Geral de
Arquivos, Centro
Português de
Fotografia e a HP
Portugal.
A
exposição foi
constituída por
cerca de 50
fotografias a cores
registadas nas
Repúblicas da cidade
de Coimbra, de onde
transpareceram a
vivência e a memória
dos habitantes
destes edifícios
históricos, o estilo
de vida dos “repúblicos”,
as suas relações de
pertença, as suas
identidades, a
aparente desordem do
espaço, o colorido e
o humor dos
grafittis e murais
que revestem as suas
paredes e que contam
a história dos que
por lá passaram e
das dinâmicas que aí
se desenrolaram.
Os registos
fotográficos de
Margarida Madeira
revelaram um olhar
sensível e intimista
sobre um universo
único, e em grande
medida desconhecido,
fazendo uso de todo
o alcance documental
que a imagem pode
ter.
Tal
como refere a
própria autora, o
tema foi trabalhado
com total liberdade,
tirando partido da
diversidade de
“cenários” e das
experiências por
eles sugeridas, o
que lhe permitiu
revelar mais do que
aquilo que é
imediatamente
visível.
Fê-lo concentrando o
olhar em espaços
físicos e
afastando-o
propositadamente de
rostos, sem perder o
lado vivencial e
humano, numa clara
intenção de mostrar
que as Repúblicas
são lugares de
convívio e de
interacção, mas
também de trânsitos
e, nesse sentido,
pertencem a todos,
não pertencendo a
ninguém.
O
conjunto de
fotografias que
compôs esta
exposição foi
publicado em Março
de 2009 pelas
Edições
Afrontamento,
acompanhado de
textos de Teresa
Carreiro, com o
mesmo título: Um
por Cem – Um Olhar
Sobre as Repúblicas
de Coimbra
N.º de Visitantes:
570
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Exposição Colectiva de Arte
Inicio

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Promotor
Entidade
Colaboradora |
Município de
Cantanhede
MAC – Movimento
Artístico de Coimbra
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Data |
24 de Abril a
31 de Maio de 2009 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
O
Município de
Cantanhede promove
regularmente
iniciativas
orientadas para a
formação de públicos
relativamente a
diferentes correntes
do domínio das artes
plásticas, através
de uma programação
que faculta também
aos criadores da
região a
possibilidade de
divulgarem o seu
trabalho.
Foi
neste âmbito que a
Casa Municipal da
Cultura apresentou a
exposição colectiva
do MAC – Movimento
Artístico de
Coimbra, entidade
que desde há mais de
vinte anos fomenta o
desenvolvimento da
expressão artística
e a experimentação
de novas linguagens
estéticas.
Integrou cerca de 90
trabalhos, com
recurso a abordagens
tão diversas como
óleo sobre tela,
técnica mista,
espatulado,
aguarela, pastel,
bordados, pintura
chinesa em papel de
arroz e fotografia.
N.º de
Visitantes: 1708
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Asas de Guerra
Inicio

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Promotor
Entidade
Colaboradora |
Município de
Cantanhede
Força Aérea
Portuguesa; Élio
Mesquita
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Data |
21 de
Fevereiro a 19 de
Abril de 2009 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
Apresentando parte
de uma das mais
representativas
colecções nacionais
neste domínio (540
modelos ao momento),
a exposição Asas de
Guerra foi
constituída por
cerca de três
centenas de modelos
militares (aviões,
helicópteros,
porta-aviões e
piloto) executados à
escala por Élio
Mesquita, Oficial
Piloto da Força
Aérea Portuguesa,
reformado.
Nela puderam
apreciar-se aviões
de várias épocas,
desde os inícios do
Século XX até aos
nossos dias,
procurando-se
exemplificar a sua
vasta diversidade e
os materiais
representativos de
diferentes épocas.
A
Força Aérea
associou-se a esta
iniciativa cedendo
equipamentos e
modelos que
suscitaram junto do
público enorme
curiosidade e
admiração.
N.º de Visitantes:
1889
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Casa da
Cultura Exposições em 2008
Inicio
Caminhar para a
Arte

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Promotor
Entidade
Colaboradora |
Município de
Cantanhede
Atelier Mundinho
d'Arte, e.É.art
Ateliê
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Data |
20 de Março a
20 de Abril de 2008 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
“Caminhar para a
Arte” foi uma mostra
constituída por
cerca de 80
trabalhos executados
pelos alunos dos
ateliês Mundinho
d’Arte e É Art
Atelier que, sob a
orientação das
professoras Carla
Ferreira e Cristine
F. Luz, deram os
primeiros passos na
descoberta do
território das Artes
e na aventura da
criação artística.
N.º de
Visitantes: 779
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Vestidos de Noiva – Séculos XIX E XX
Inicio

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Promotor
Entidade
Colaboradora |
Município de
Cantanhede
Museu Nacional do
Traje
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Data |
26 de Abril a
20 de Julho de 2008 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
Com
origem balizada
cronologicamente
entre o 1810 e 2000,
os vestidos que
constituíram a
exposição Vestidos
de Noiva – Séculos
XIX e XX, são muito
variados e
evidenciaram
aspectos importantes
no contexto em que
foram utilizados,
reflectiam
tendências em voga
relativamente ao
vestuário de uso
comum e permitiram
vislumbrar a
dimensão social do
ritual do casamento,
sobretudo da
condição feminina em
diferentes períodos
históricos.
Embora os códigos
associados aos
vestidos de noiva
tendam a esbater-se,
em função do novo
estatuto e do papel
que a mulher foi
assumindo na
sociedade, persistem
ainda elementos com
significado
específico segundo a
tradição
judaico-cristã, como
a utilização da cor
branca, símbolo da
pureza, ou a face
por detrás do véu,
demonstração de
modéstia e
inocência, ou ainda
a flor de
laranjeira,
manifestação de
virtude.
Alguns destes
códigos estiveram
bem patentes na
exposição Vestidos
de Noiva – Séculos
XIX e XX, que foi
também um
repositório de
algumas tendências
da moda em
diferentes
figurinos: curtos ou
compridos, de cauda
pequena ou extensa,
com folhos ou com
bordados, com
tournure ou em
corpetes bordados,
em cetim ou em seda
moirée, em veludo de
seda branca ou
tafetá de seda, com
aplicação de rendas
ou guarnecidos com
galões, decorados
com motivos
vegetalistas ou
florais, etc.
De qualquer
modo, nem sempre o
vestido foi branco.
Tal como no resto da
Europa, só a partir
dos finais do século
XVIII, as noivas
passaram a vestir de
branco, imitando a
moda da Antiguidade
Clássica.
A
cor branca vai
impor-se no
casamento burguês
durante o século
seguinte mas é
fundamentalmente
depois de 1880 que
se generaliza o seu
uso como elemento
indissociável da
figura feminina no
matrimónio, tradição
que começa
esbater-se a partir
da década de 1960.
De acordo
com o texto que dá
enquadramento à
colecção, “a noiva
assume o lugar
destacado na festa
de casamento e,
tanto nas cerimónias
religiosas como nas
civis, o vestido de
casamento transmite
essa idealização da
figura da mulher.
No nosso
país, o traje de
noiva teve sempre um
carácter
tendencialmente
sumptuoso e
dignificante, mesmo
entre as classes
mais desfavorecidas,
representando a
assunção de um novo
estatuto social
associado à condição
de esposa e mãe.
N.º de
Visitantes: 2611
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Exposição de Pintura e Desenho de
Juan Domingues”
Inicio

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Promotor |
Município de
Cantanhede |
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Data |
26 de Abril a
20 de Julho de 2008 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
Exposição de
Desenhos e Pinturas,
constituída por um
conjunto de notáveis
trabalhos do artista
plástico de
Cantanhede Juan
Domingues.
Concluiu em 2007 a
Licenciatura em
Pintura, na ARCA |
EUAC (Escola
Universitária das
Artes de Coimbra).
Expõe
regularmente desde
2000.
Representação em
algumas exposições:
2006 - IPJ
de Coimbra; -
Galeria Por Amor à
Arte, Porto; -
Galeria da
ARCA|EUAC, -
Ciclo dos Artistas
Locais, Casa
Municipal da Cultura
de Cantanhede;
2007 -
Convento da
Trindade, Lisboa;
- XI Semana
Cultural da
Universidade de
Coimbra; - Casa
Municipal da
Cultura, Coimbra;
- XIV Bienal
Internacional de
Artes, Vila Nova de
Cerveira
N.º
de Visitantes: 374
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Exposição Fotográfica de Guilherme
Fadigas
“O Fruto do Consumo sem Sumo”
Inicio

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Promotor |
Município de
Cantanhede |
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Data |
24 de Julho a
31 de Agosto de 2008 |
Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
Constituída por 15
trabalhos, a
exposição foi uma
referência à
sociedade de
consumo, num apelo à
consciência humana,
actuando como uma
reflexão e um
despertar para um
conjunto de questões
prioritárias que se
impõem no presente,
com rumo ao futuro.
N.º de
Visitantes: 374
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Exposição de Pintura “Idol’s
Portraits" André Capote
Inicio

Inicio |
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Promotor |
Município de
Cantanhede |
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Data |
4 de Outubro a 7 de
Dezembro de 2008
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Ciclo
Local
Resumo
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Percursos de Arte
Casa Municipal da
Cultura
“Idol’s
Portraits” foi uma
oportunidade para
conhecer um pouco do
trajecto artístico
de André Capote, que
trouxe à Casa
Municipal da Cultura
cerca de 30
trabalhos elaborados
segundo uma
linguagem que
enfatizou a dimensão
simbólica de figuras
públicas, através da
reconstrução
iconográfica da sua
imagem.
Conforme foi
referido no catálogo
editado a propósito
da exposição “são
quadros que se
inscrevem no
universo estilístico
e conceptual da pop
art, numa abordagem
que parece remeter
para o conceito que
Andy Warhol
desenvolveu a partir
da década de 1960 no
seu estúdio Factory,
em Nova Iorque.”
Utilizando a
mesma técnica, “com
base na exploração
das possibilidades
que a serigrafia
proporciona em
termos criativos e
artísticos, André
Capote constrói, a
partir de retratos
de personalidades
marcantes da
contemporaneidade,
tanto portuguesas
como estrangeiras,
campos de
significação que
acentuam o carácter
emblemático dos
factores que os
tornam alvo de
idolatria”.
N.º de Visitantes:
1118
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