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Projeto da CIM Região de Coimbra “Surf no Crowd” promove Praia da Tocha como destino para surfistas
Projeto da CIM Região de Coimbra “Surf no Crowd” promove Praia da Tocha como destino para surfistas
Potenciar a prática de surf em zonas com praias pouco densificadas e pouco exploradas, como as dos concelhos de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira, é o grande objetivo do programa “Surf No Crowd”, que a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra está a promover. Cofinanciado pelo Portugal 2020 (Programa Operacional do Centro – Centro 2020) e pela União Europeia, através do FEDER, o projeto contempla vária ações integradas para dinamizar a procura das condições de excelência de que essas praias dispõem para a prática da modalidade, mas preservando a sua identidade e singularidade, atraindo surfistas que valorizam o contacto com a natureza e a essência de cada lugar. 

A apresentação pública foi em Lisboa, em 14 de agosto, num evento que contou com a presença de Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, João Ataíde, secretário de Estado do Ambiente, Isabel Damasceno, representante da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, de Helena Teodósio e Raúl Almeida, dos presidentes dos municípios de Cantanhede e de Mira, respetivamente, bem como de Diana Rodrigues, vereadora do executivo da Figueira da Foz, e Fernando Pais Alves, presidente da Junta de Freguesia da Tocha. O anfitrião foi José Carlos Alexandrino, presidente da CIM Região de Coimbra, que esteve acompanhado pelo diretor executivo, Jorge Brito, e pelos embaixadores do “Surf No Crowd”, designadamente Gonçalo Cadilhe, Cláudia Pinto e Miguel Blanco. 

A presidente da Câmara Municipal de Cantanhede considera “o projeto muito importante, concretamente para a Praia da Tocha. Por um lado, porque percebemos que desta forma unida, através da comunidade intermunicipal, com os três municípios e envolvendo a Turismo do Centro, a Comissão de Coordenação, as juntas de freguesia, as associações de surf, se podem potenciar melhor os valiosos recursos que os nossos territórios possuem”. 

Sobre benefícios expectáveis para a Praia da Tocha, Helena Teodósio não tem dúvidas de que “o programa irá aumentar a sua notoriedade junto da gente do mundo do surf, aliando as boas condições para a prática da modalidade com a atmosfera particularmente cativante que possui. De resto, essa é uma tendência que tem vindo a acentuar-se, o que explica o facto de este verão ter sido instalado na Praia da Tocha o Dreamsea Surf Camp, um acampamento que acolhe surfistas de todo o mundo, a quem proporciona ótimas condições de alojamento segundo um conceito de harmonia com a natureza e respeito pelo meio ambiente”. 

Da parte do Município, garante a líder do executivo camarário, “está a haver, e vai continuar a haver, o maior empenhamento em investir na dinamização dos fatores de atratividade da Praia da Tocha, incluindo naturalmente os relacionados com o surf e o bodyboard, o que passa muito pela promoção e divulgação, tirando partido da atividade dos agentes do setor, como a Ticketsurf, alojamento local que opera como surf house e que tem também uma escola de surf. Nesta altura, o dia a dia na Praia da Tocha também marcado pelo style surf e isso é bastante vantajoso para toda a atividade económica local”, refere a autarca. 

Para a secretária de Estado do Turismo, “as pessoas cada vez mais querem destinos únicos onde sintam que façam parte, tal como o ‘Surf No Crowd’. Este é um produto que se destaca durante todo o ano e não só o verão, e é nisso que o turismo está a apostar cada vez mais”, afirma Ana Mendes Godinho, destacando “o potencial deste projeto exemplar e que demonstra que as CIM são parceiros fundamentais para o desenvolvimento dos territórios. É este o caminho que está a mudar o turismo em Portugal pela positiva”, sublinha. 

Por seu lado, o presidente da CIM Região de Coimbra assinala o facto de o programa pretender “transformar estas praias dos concelhos de Cantanhede, Figueira da Foz e Mira num destino de surf para todos, e não só para os praticantes de circuitos e provas”. Assumindo “este destino como um ambiente pouco massificado e acima de tudo amigável”, José Carlos Alexandrino adianta que “estas praias vão ser alvo de uma forte campanha estruturação, qualificação e comunicação que irá, sem dúvida, aumentar a sua notoriedade a nível nacional e internacional”.

 

fonte: GIRP   19 agosto 2019

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