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Data & Hora

  • 17 outubro 2021, 16h00

Local

  • Pavilhão Multiusos, Febres
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Descrição

Esta peça, apresentada com muito êxito no passado dia 14 de agosto na Praia da Tocha, pretende promover o uso e utilização responsável dos recursos e espaços marítimos, a valorização do mar, sustentabilidade, ação e consequências da ação humana, bem como a consciencialização dos danos irreversíveis provocados em certos ecossistemas. 

Pelo exposto, convidamos toda a população a assistir às “Lendas do Mar”, gratuitamente, no próximo dia 17 de outubro no Multiusos de Febres, bastando para o efeito efetuar a reserva do seu bilhete através dos serviços culturais do município de cantanhede: dc@cm-cantanhede.pt e 231429813 ou através do link: https://bol.pt/Comprar/Bilhetes/100869-lendas_do_mar-multiusos_de_febres/

Sinopse do espetáculo: 
Em 1998, José Jorge Letria, lançava a 1ª edição de Lendas do Mar! Esta coletânea de lendas, profundamente marcada pela sedução oceânica, sugere logo dois aspetos para uma interpretação da obra. A designação “lenda” remete para uma narração de literatura oral ativa e até mitológica ao passo que “mar” realça uma categoria de narrativa específica e dominante. Espacialmente transporta o destinatário para um mundo particular. 

Neste jogo de real-imaginário procura-se explicar fenómenos naturais a partir de efabulações. Logo no início a coletânea abre com Castigo de Sal. Lenda que nos situa num tempo longínquo, no princípio de tudo, numa época em que o mundo era governado pelo Grande Deus das Águas. O rei desafiado pela sua filha inconsequente, a Água que resolve invadir a terra, enquanto o pai dorme a sesta. A punição dessa irreverência redundou numa lição para sempre aprendida: E foi assim que a água do mar deixou de ser doce e se tornou salgada até ao fim dos tempos. O Mar. Quando fomos criados já o Mar existia e depois de deixarmos de existir o Mar ficará para contar a história. Pensando bem, o Mar está por cá desde o início da história do mundo. Quem melhor para contar a sua própria história, do que o próprio! O Mar!

Partindo desta premissa procura-se contar a sua história ao longo dos tempos em primeira pessoa. Assim, desde o tempo em que o mar era só um até à sua divisão, desde o tempo em que as águas eram puras e límpidas até ao tempo em que o mar é apenas sinónimo de negócio e de sobre-exploração dos seus recursos procura-se retratar o seu percurso procurando perspetivar a sua história futura. O alerta para os perigos que a cada dia o mar suporta com as quantidades de resíduos que são depositados nas suas águas, também serão uma referência a retratar. 

O mar não começa na costa continental! 

Começa em nossas casas.


Contactos

  • Promotor: Atrapalharte com apoio do Município de Cantanhede, Freguesia de Febres e Associação Gira Sol, no âmbito do Programa Cultural em Rede “O mar que nos une”