Rally Cantanhede/Marquês de Marialva regressa este fim de semana

A Câmara Municipal de Cantanhede e o Clube Automóvel do Centro (CAC) apresentaram esta quinta-feira, 1 de outubro, a 4.ª edição do Rally Cantanhede/Marquês de Marialva. A conferência de imprensa decorreu no salão nobre da autarquia cantanhedense e contou com a presença da presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, do vereador Adérito Machado, do presidente do CAC, João Miranda, do diretor da prova, Nuno Vicente, do piloto cantanhedense, Bruno Marques, além de autarcas de freguesia.

A prova realiza-se nos dias 10 e 11 de outubro, e integra os Campeonatos Centro de Ralis, Campeonato Centro de Ralis 2 RM, Taça de Portugal de Ralis Regionais e FPAK Junior Team.

Em relação à competição, para a qual já estão inscritos 58 pilotos (para um limite máximo de 60), esta 4.ª edição conta com quatro especiais de classificação - Tocha, Cantanhede (com a super especial noturna no centro da cidade), Portunhos e Sepins. A partida, na Praça Marquês de Marialva, está agendada para as 14h30 do dia 10 (sábado).

Ao intervir na sessão, a presidente da Câmara de Cantanhede, Helena Teodósio, mostrou-se convicta de que “o histórico das três edições anteriores alimenta a expetativa de que o Rally Cantanhede/Marquês de Marialva venha a produzir resultados positivos”.

“O que estamos a apresentar não é apenas uma prova desportiva com impacto junto de um vasto público, mas também um evento que contribui para a promoção turística do território”, enfatizou. 

A par disso, continuou, a organização de um acontecimento desportivo com esta dimensão e exigência “não seria possível sem o envolvimento ativo das instituições e entidades locais que colaboram no processo, com meios, recursos e trabalho dedicado, numa grande mobilização que traz benefícios para o concelho”.

A autarca deixou um agradecimento ao CAC pela “frutuosa parceria” com o Município de Cantanhede “e pelo elevado padrão de qualidade que continua a imprimir à prova”, e reforçou que a segurança “é um domínio especialmente exigente”. “Tudo foi acautelado mais uma vez este ano para que as provas decorram novamente sem qualquer sobressalto, mas também esperamos do público um comportamento cívico igual ao demonstrado nas edições de 2023, 2024 e 2025, sem riscos desnecessários, sem facilitismos e cumprindo integralmente as recomendações das autoridades e da organização”, concluiu.

Também o presidente do CAC, João Miranda, destacou que o rali de Cantanhede “é um projeto que, ao longo dos últimos anos, conquistou o seu espaço no panorama dos ralis nacionais”, o que só foi possível com “um parceiro estratégico e disponível como o Município de Cantanhede e a disponibilidade e proximidade das juntas de freguesia”.

O piloto cantanhedense Bruno Marques, por seu lado, disse estarem criadas as condições para que este rali “marque o Campeonato Centro de Ralis 2 RM” e alertou para a necessidade de se acautelarem todos os procedimentos de segurança, até porque a prova leva centenas de pessoas para as ruas do concelho.

A segurança foi, de resto, a tónica da intervenção do vereador do Desporto, Adérito Machado, que pediu à população para se manter “perto da emoção, mas longe do perigo”. “Estamos motivados para fazer deste rali aquilo que já é: uma referência nacional, na qual competem os melhores pilotos. Mas para isso, é necessário que a população seja, ela própria, um agente de proteção e cumpra as regras de segurança”, vincou.